terça-feira, 25 de setembro de 2018

O PAPEL DAS VILAS - LIVRARIA PONTES - CAMPINAS/SP





Exposição Coletiva – 17º edição – Livraria PONTES – Campinas (SP).
27.09 a 26.10.2018

Produção: João Bosco, Márcia Patrocínio e Mauricio Rosa.

Visconde de Mauá em intercambio artístico com os convidados pelo artista/papeleiro Maurício Rosa a utilizarem na concepção de suas obras o Papel Botânico, feito artesanalmente na MR Papel - PAPELaria ARTEsanal. 
A parceria com o CCVM - Centro Cultural Visconde de Mauá vem desde que abrigou sua primeira edição em 2009, respaldando o projeto para realização de 16 edições nestes 9 nove anos de existência. 
Artistas plásticos, fotógrafos, poetas e músicos se debruçaram sobre as folhas artesanais, feitas com plantas da Serra da Mantiqueira. Resulta numa exposição que apresenta uma diversidade de linguagens costuradas pela plasticidade do papel, valorizado como material de expressão numa celebração a
 "História do Papel Artesanal brasileiro e seus pioneiros". 
A exposição ganhou itinerância pelo Brasil, sempre agregando novos artistas pelo percurso e
fazendo a conexão cultural com outras regiões. 
Agradecemos a todos os artistas do coletivo que vem nos apoiando e aos espaços culturais parceiros.
Com enorme prazer que realizaremos esta edição na tradicional
Livraria PONTES
e as boas vindas aos nossos novos expositores. 
O PAPEL DAS VILAS em Campinas vem aí.

Os artistas  “O PAPEL DAS VILAS”

Alexandre Sequeira, Alzira Ballestero, Ana Cristina Maciel,Angela Oskar,Bié Hardiman,Carlos Guerrero, Carmem F. Campadello, Cassia Freitas, Cecília Pupo, Cecília Stelini, , Christina  Tigre, Claudia Simões,Clodomiro Lucas, Seu Constante,Cecilia Pupo Diva E. Buss,Edenice Furlan, Elvira Vigna, Eni Ilis, Felicidade Patrocínio, Fernando Calhau, Fernando Villa-Cruz, Flavia Góes Gildete Pereira,
Gizele Barino,Isabella Ferrão, Jeanne Cerqueira, Jill Dedini, João Bosco, José Roberto Seichi,Juliana Mello, Jota Clavijo,Julio Cesar Morais,Lígia de Medeiros,Loo Stavale, Márcia Camargo, Marcio Osmar Medeiros,Maria Angelina, Marcus LLerena, Marlene E. Lanfredi, Marysia Raposo,Maurício Rosa,MIRS MONSTRENGO, Nale Simionatto, Nelson Ayres,Nena Rampazzo, Nícia Mafra, Pedro Ferreira,  Renata Ghirotto, Roberto Granja,Roberto Simionatto,Maria Helena de Paula,Roseana Murray,Suyan de Mattos,Tiago Cesar, Vera Queiroz, Zelinda Jordão.

Exposição Coletiva – 17º edição

Livraria PONTES

Endereço  Rua Dr. Qurino 1223 – Campinas (SP).

Abertura 27.09 as 15:30hs   

Perido 27.09 a 26.10.2018

Produção:João Bosco,Márcia Patrocínio e Mauricio Rosa.

Entrada  Franca





Saudações papeleiras.



quinta-feira, 16 de agosto de 2018

LINGUAGENS DO PAPEL - DE CLODOMIRO LUCAS - CAMPINAS/SP



  

LINGUAGENS DO PAPEL – CLODOMIRO LUCAS

Na manhã que desperta
O jardim não mais geometria
É gradação de luz e aguda
Descontinuidade de planos.
(Orides Fontela)
Se podemos nos deter nos detalhes, podemos também nos deter onde os detalhes se trançam. Papel suporte, papel espaço? Também, papel território e território em cores e espessuras e texturas. Mais que chamar o traço e a pincelada, convocam mais que o olhar , o toque. Dá vontade de tocar, como a fruta? Dá vontade de tocar, como a pele?


          


O PAPEL EM EXPOSIÇÃO
Utilização
O desenvolvimento do papel artesanal, entretanto, não fica restrito, ao suporte de obras de arte. atualmente é utilizado segundo conta Clodomiro na confecção de certificados,envelopes etc. no Brasil, a técnica vem sendo testada com resultados positivos desde os anos 70. “A fabricação do papel artesanal tem despertado o interesse não só do artista como também do público em geral. O que a torna um tipo de arte que tem um futuro”, destaca.
(...) papel para seu trabalho em plena era tecnológica? Segundo explica Clodomiro, há no mercado brasileiro, carência de papéis com texturas variadas para elaboração dos trabalhos. A opção seria, conforme conta, a utilização de papel importado, ao custo de CZ$400,00 a folha. Por isso a alternativa fica sendo a própria fabricação do papel pelo artista. “O papel artesanal dá novo visual ao trabalho. É importante também a pesquisa que é feita até se chegar à textura pretendida para valorização da obra”, diz Clodomiro.
(...) união das duas artes: a fabricação do papel e sua utilização plástica. Para fabricá-lo entretanto, não bastam apenas a mistura dos ingredientes básicos – água, energia e fibras de celulose -, conforme explica Clodomiro. “É necessário conhecimentos sobre Botânica porque algumas plantas são perigosas e podem causar intoxicação em quem está fabricando o papel", avisa.
Exposição: 30 quadros de papel artesanal.



terça-feira, 3 de julho de 2018

"INVENTÁRIO FEMININO" DE BEATRIZ AMARAL - LIVRARIA PONTES CAMPINAS SP


A mostra Inventário Feminino da artista Beatriz Amaral ocupa  a Livraria Pontes, no centro de Campinas

A Livraria Pontes   tem a cada dia se firmado como um espaço de cultura e arte,  e as  exposições de arte trazem mais uma alternativa  para se apreciar  ótimos trabalhos de artistas incríveis. No próximo sábado, 30 de junho,  a partir das 10h30  a mostra “Inventário Feminino”da Artista Beatriz  Amaral traz mais uma excelente exposição  para ser visitada na Livraria Pontes.
A  artista Beatriz Amaral  expõe 20 obras em linogravura e propõe a discussão do papel da mulher no mundo contemporâneo. As obras trazem o imaginário  e levam a relfexão através de uma narrativa fantástica.  As linogravuras apresentam aspectos do cotidiano feminino, com figuras que trazem representações e signos deste universo.
A técnica  de Linogravuras  é um processo de gravura semelhante à xilogravura, em que a imagem é recortada numa placa de linóleo.

Beatriz Amaral
Cursou a Faculdade de artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado  no curso de  comunicação visual e design gráfico Paralelamente  a Faculdade cursou estamparia na Faculdade Santa Marcelina.
Participou de diversas exposições no Brasil e nos Estados Unidos.

BEATRIZ _ texto da artista Eni ilis sobre a mostra “Inventário Feminino”
O cabelo não para de crescer. Símbolo da vida que se move sem alarde e pedido, segue e se espalha, segue e se adensa, segue e é capturada em quantas tentativas e limites e cercas e fronteiras? Processos e fases, mas o cabelo não para de crescer e é cortado. Corte que não é fim, porque a vida resiste e continua. De quantas resistências somos feitas assim sem alarde, sem pedido? Muitas como muitos os fios. Aqui, ali, lá mundo marcado de vida e corte – descansar, guardar, vestir... extensões da vida que se move e configura gestos, balé cotidiano que abriga tantos descompassos, tantos! Verdade seja dita também, abriga harmonias do espontâneo e ai mais sentido, mais vida? Há muitas pistas espalhadas e Beatriz nos traz algumas que podem bailar em nossa imaginação sem alarde e desencadear descompassos do habitual e nos por diante de quais memórias, afetos, associações? Inusitado, pois a vida não para de acontecer e pode fagulhar em qualquer instante.
Eni ilis

O quê:Exposição: “Inventário Feminino”
Quando: Abertura 30/06 às 10h30min
Período 30/06 à 27/07 2018
Onde:Livraria Pontes
Quanto: Entrada franca