quinta-feira, 11 de outubro de 2012

E OS DESEJOS CONTINUAM CHEGANDO

São os desejos de Eni Ilis, de Campinas/SP...


...Muitos desejos...

ACABA DE SER LANÇADO PARA O UNIVERSO

O mais novo site para intercâmbio de Arte Postal...

www.anaaustin.wix.com/universo

Visitem, deixem seus comentários...
Preciso saber se isso está dando certo...

Abraços postais...

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

PHOTOBOOTH...EU ESTOU LÁ...

 ...Eu e mais um monte de gente interessante...Foi divertido...




DE PORTO ALEGRE/RS A PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO PARA O PROJETO DESEJO

De Heloisa Sonaglio, via correio.
Obrigada, Heloisa...Aguarde o Ano Novo, à meia noite do dia 31 seu desejo será jogado no Universo...Boa sorte!!!

A ARTE DE FAZER POLÍTICA DE VERDADE

Desculpem a bagunça, mas não consegui diminuir o suficiente para caber e não podia deixar de publicar. Podem ver a reportagem de melhor forma acessando http://www.defato.com/noticias/7332/comentada

Amanda Gurgel avisa: ‘Vão ter que nos engolir em grande estilo’

Frankie Marcone
'Vai ser um mandato intenso, de luta incansável', diz Gurgel
Fábio Araújo / Da Redação Natal
Ela pertence ao PSTU, um partido pequeno, conhecido por não abrir mão de seus rígidos princípios ideológicos em nome do crescimento numérico. Mesmo assim, a professora Amanda Gurgel, 31 anos, transformou-se na vereadora mais votada do Brasil, em termos proporcionais, com 32.819 votos, o equivalente a 8,59% do total. Em números absolutos, houve apenas candidatos em São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza com votação superior. Ela é também a vereadora mais votada da história de Natal.
O fenômeno começou a ser desenhado em maio do ano passado, quando seu pronunciamento em defesa da educação, durante audiência pública na Assembleia Legislativa, virou febre nacional no Youtube e recebeu 2,2 milhões de acessos desde então. Estava plantada a semente para a professora de Língua Portuguesa das escolas Amadeu Araújo (estadual) e Mirim Coelli (municipal) deixar o anonimato e se transformar em celebridade.
Com uma campanha modesta, que recusou doações de empresários e contabiliza até agora gastos de R$ 65 mil, devendo chegar a R$ 75 mil no total, Amanda teve votos suficientes para eleger mais dois vereadores da sua coligação, Sandro Pimentel e Marcos do PSOL, que receberam respectivamente, 1.398 e 717 votos. Boa parte da sua agenda na segunda-feira (8) foi dedicada a atender aos pedidos de entrevista os jornalistas locais e nacionais. Saiba mais sobre quem é e o que pensa Amanda Gurgel nessa entrevista concedida a três órgãos de imprensa.
Professora, sua votação foi surpreendente?
Foi surpreendente para todo mundo. O PSTU é um partido pequeno, que nunca conseguiu eleger um parlamentar em Natal e que há muito tempo não elegia em nenhuma cidade do país. A gente saiu super vitorioso, com essa votação expressiva de quase 33 mil votos. Estamos muito felizes com isso.
Até que ponto aquele vídeo postado na Internet influenciou na sua votação?
O vídeo não apenas influenciou, ele foi o gerador disso tudo que aconteceu comigo. Antes do vídeo, eu sempre atuei nas lutas, nos movimentos estudantil e sindical, mas nunca tinha me passado pela cabeça ser candidata a vereadora, ter esse tipo de atuação. A partir da repercussão do vídeo é que existe uma reivindicação por parte dos meus colegas de trabalho e dos meus conhecidos na rua, no sentido de me candidatar. Então o vídeo influenciou sim nessa votação, tanto para o fato de eu ter me tornado conhecida nacionalmente, quanto pelo próprio conteúdo, que é de denúncia, de reivindicação, exatamente o que as pessoas esperam do meu mandato. Um mandato que lute pela saúde pública, pela educação pública, pelo transporte público. Sem dúvida, o vídeo foi preponderante.
Como a senhora avalia o significado político dessa votação? O que ela mostra sobre a cidade de Natal neste momento?
O balanço político é o que a gente vinha dizendo ao longo da campanha: ‘chega dessa velha política, chega!’. Acho que as pessoas aos poucos se convencem disso e o que acontece nessa eleição é um recado que a população passa. ‘Chega, não queremos mais mandatos hereditários, mandatos dominados pelos empresários’. A gente vê que existe na verdade uma onda dessa mudança. A própria votação de Robério, apesar de ser um percentual pequeno, é considerável se levarmos em conta a estrutura das outras candidaturas. Inclusive os outros candidatos são mais conhecidos e já têm um histórico político na cidade. Então é uma onda, as pessoas dizendo ‘basta’. Conseguimos eleger um outro vereador do PSTU, em Belém. É o sentimento de mudança.

As urnas trouxeram outro recado: a senhora levou para a Câmara Municipal dois vereadores que a priori não teriam condição de chegar lá sem seus votos. Como a senhora avalia esse tipo de mudança que sua candidatura trouxe para a Casa?
A votação de Sandro e de Marcos não foi expressiva, certamente eles não entrariam se não fosse por mim, e eu fico feliz com o fato de ter contribuído para que mais duas cadeiras da Câmara não sejam ocupadas pelos velhos partidos, pelos velhos políticos. Fico feliz de minha candidatura ser um símbolo ou um reflexo desse desejo de mudança por parte das pessoas, e que seja também responsável por isso: desorganizar o que era previamente organizado. A CMN sempre foi loteada, dividida, tantas vagas para tal coligação. Esse cálculo já era feito previamente e, agora, ficou tudo um pouco em desajuste. Ninguém esperava ter três vereadores da Frente Ampla de Esquerda. E vão ter nos engolir. Vão ter que nos engolir em grande estilo, porque não é qualquer coisa. Nós levamos conosco mais de 33 mil votos. E são essas pessoas que nós vamos representar. Como ainda não me reuni com Sandro e Marcos, vou falar por mim. Não serei submissa, não serei capacho do Poder Executivo.
Será uma atuação radical?
Olha, sinceramente, as pessoas dão esse adjetivo ao nosso partido, que seria radical. Na minha concepção, acho que a sociedade é muito radical com os trabalhadores. A sociedade mata os trabalhadores. Os políticos matam os trabalhadores na fila do hospital, mas ninguém diz que eles são radicais por causa disso. Os políticos colocam os trabalhadores imprensados numa lata de sardinha para se locomover, mas ninguém diz que o Seturn é radical. Agora, porque a gente tem a coragem de fazer denúncias reais, que fazem parte do nosso cotidiano, então nós somos radicais? Não sei, depende do conceito de cada um. Se ser radical é se colocar ao lado dos trabalhadores, é defender intransigentemente os serviços públicos, a saúde, a educação, o transporte, o saneamento, o calçamento das ruas, então certamente será um mandato radical.
Qual será sua postura no segundo turno das eleições de Natal?
Nós ainda não discutimos nada sobre isso, até porque o anúncio do segundo turno está muito recente. Mas pelo nosso acúmulo de debates, nossa trajetória política, todo mundo sabe que o PSTU jamais se aliará a qualquer um desses partidos. São candidatos e partidos que sempre compuseram os governos do Estado e da cidade. Então não temos nenhum motivo para admitir qualquer mudança na atuação deles que aponte para um apoio nosso. Não existe. São partidos que nunca defenderam os trabalhadores, nunca se comprometeram com a educação nem com a saúde. Não vejo motivo para que a gente defenda um desses dois candidatos, apesar de não ter tido nenhuma discussão sobre isso. Seremos oposição, ganhe quem ganhar.
Qual foi o perfil básico do seu eleitor?
A gente ainda vai se debruçar sobre isso. Foi muita gente. A campanha foi comovente. Foi uma campanha em que muitos idosos se envolveram mesmo, de vir aqui ao comitê para pegar material e levar para sua rua, espontaneamente. Pessoas que nunca tiveram contato com o partido nem relação política. Recebemos doações de muita gente, tanto de colegas de trabalho que doaram R$ 50 por mês, quanto doações de familiares que deram mil reais. Essas foram as mais expressivas. Acho que a mais alta de todas foi uma de R$ 1,5 mil.
A senhora surge como a grande liderança do PSTU. Estaria com isso habilitada a ter uma projeção na eleição de 2014?
Boa pergunta. Naquele período do vídeo, já perguntavam se eu seria candidata a vereadora. Eu dei a resposta óbvia, que era ‘não discutimos esse assunto’, e acabaram transformando isso em ‘você disse que não ia se candidatar, e agora é candidata’. É importante corrigir isso, pois eu nunca afirmei que não seria candidata. Como também não vou dizer agora que não vou concorrer para deputada, porque eu não sei. Não discutimos isso. Até domingo não sabíamos nem se eu seria eleita vereadora.
Foi o deputado estadual Fernando Mineiro (PT) quem primeiro colocou o vídeo no site dele. Como a senhora avalia essa situação peculiar?
É algo inesperado, realmente. Ninguém esperava que ia ter essa repercussão, nem o próprio Mineiro. Ele já sabia que eu era do PSTU e me conhece há muito tempo, sabe que eu sou da oposição à direção do sindicato, que é do PT. Na oposição ao governo Rosalba, o PT obviamente utilizou o vídeo como instrumento. No formato em que estava no site de Mineiro não era possível compartilhar, então um professor me ligou pedindo autorização para colocar no Youtube, dizendo que era um instrumento da luta da categoria.
Qual será seu primeiro projeto quando chegar à Câmara?
O mais importante é deixar claro que eu, definitivamente, não vou ser uma vereadora como os que já estão lá. Nosso mandato não terá nada a ver com o que já foi construído até hoje na CMN e com o que provavelmente será pela maioria dos que foram eleitos agora. É um mandato comprometido com as lutas dos trabalhadores, de denúncia. Não haverá nada que aconteça de errado dentro da Câmara que não seja amplamente divulgado. Haverá campanhas para que os trabalhadores estejam conscientes e possam reagir aos ataques que venham lá de dentro. Como também será um mandato propositivo. Temos a defesa do investimento de 30% do orçamento do município para a Educação. Vamos levantar essa bandeira, que com certeza sofrerá muitos embates porque é um percentual muito alto. É alto sim, mas é tão grande quanto o problema que existe hoje na educação. Realmente, chegamos ao fundo do poço. Temos 35 mil crianças de 0 a 5 anos fora de creche. Temos professores terceirizados, que são contratados como Auxiliares de Serviços Gerais (ASGs), recebem salários mínimos, ainda passam três meses sem receber e lecionam nessa condição. Temos escolas sem professores e superlotadas, todo tipo de problema. Para resolver isso, precisa de mais investimento.
Como a senhora pretende articular a aprovação desse projeto de lei? Vai trabalhar internamente junto aos vereadores ou vai estimular a pressão externa?
Não tenho a menor ilusão quanto a ter apoio e alianças dentro da Câmara. Na campanha, ficou muito claro que o dever das pessoas não era só votar e pedir votos para mim, elas teriam também que construir o mandato. Não há outro jeito de aprovar esses projetos senão os próprios beneficiados por eles fazerem pressões nas ruas, dentro da Câmara, no momento da votação, para presenciar e ver de perto quem está votando a favor das pessoas. Vai ser um mandato intenso, de luta incansável em defesa dos trabalhadores e da juventude.
Um dos destaques do seu pronunciamento naquela audiência que gerou o vídeo foi o seu salário de três dígitos. Agora, a senhora vai ter salário de cinco dígitos. Como vai ser essa questão? A senhora acha que um vereador ganha muito bem? O salário vai ser repartido com o seu partido?
O salário do vereador (R$ 15.017) é absurdo em relação ao salário de um professor. É suficiente para pagar o salário de quase treze professores da rede municipal. Essa discrepância é inadmissível, um absurdo que não tem tamanho. Então, obviamente, por uma questão de coerência, eu jamais pegaria nesse salário de vereadora, que não vai entrar no meu bolso. Desse salário, eu vou tirar o meu salário de professora, que a partir daquela greve é o piso nacional de R$ 1451 na rede estadual. No município, não recebemos o piso e o salário inicial é de R$ 1212. Eu recebo a soma dos dois, pois trabalho nas duas redes. Meu salário de vereadora vai ser gerenciado pelo próprio mandato e pelo partido, e direcionado para a construção das lutas dos trabalhadores, para a impressão de material, inclusive livros. O que a gente achar interessante para a formação política.

Veja abaixo vídeo da entrevista com Amanda Gurgel:

http://www.defato.com/noticias/7332/comentada

EDITAL DO STJ...NA ÍNTEGRA


ESPAÇO CULTURAL STJ - SELEÇÃO DE EXPOSIÇÕES 2013


EDITAL DE PROCESSO SELETIVO DE EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS n. 01/2012
PREÂMBULO

O SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, por intermédio da Coordenadoria Memória e Cultura, comunica que realizará processo seletivo de expositores, conforme autorização constante no Ato STJ n. 60, de 8/6/2001 e na Ordem de Serviço n. 2, de 20/6/2001, no período de:

● Data para entrega das propostas: de 1º de outubro de 2012 a 19 de dezembro de 2012.

SEÇÃO I – DA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS

1.1 Os interessados em integrar o calendário anual 2013 de Eventos e Mostras Temporárias do Espaço Cultural STJ, em Brasília, deverão apresentar proposta no período de 1º de outubro a 19 de dezembro do corrente ano.

1.2   As propostas devem se referir a projeto para exposição individual ou coletiva de artes plásticas; oficinas; palestras e lançamentos de livros. A proposta deve ser acompanhada de dossiê do(s) artista(s) ou produtor (es).

1.3   A proposta poderá ser entregue no local ou enviada por Correio em envelope ou embalagem apropriada, com o nome do artista, dirigido à Coordenadoria de Memória e Cultura do Superior Tribunal de Justiça, no seguinte endereço: SAFS Q.6 Lote 1, Trecho III – Edifício dos Plenários, 2º Andar – CEP: 70.095-900, Brasília – DF; 

ou pelo e-mail espaco.cultural@stj.jus.br.

SEÇÃO II – DO DOSSIÊ

2.1   Os interessados deverão enviar:

a)   Currículo sucinto, relativo exclusivamente à formação artística ou intelectual do(s) proponente(s);

b)    Material relativo ao evento ou mostra anterior (recortes de jornais, crítica publicada na imprensa, catálogos, etc.);

c)   Fotos coloridas – no mínimo quatro e máximo dez – das obras representativas do estilo ou técnica predominante na mostra ou evento. As fotos devem ser identificadas com o título da obra, data, técnica, materiais utilizados, dimensão e quantidades aproximadas.

SEÇÃO III – DA DOCUMENTAÇÃO

3.1 Os interessados deverão apresentar:

3.1.1   Pessoa Física:

a)      Cópia do documento de Identidade e CPF;

b)    Caso seja nomeado representante legal, anexar procuração e cópia do documento de Identidade e CPF do procurador.

 3.1.2   Pessoa Jurídica

a)   Cópia do CNPJ;

b)   Cópia do Contrato Social ou Estatuto Social e alterações;

c)   Cópia da Ata da última Assembleia, na qual conste o nome do representante legal;

d)  Cópia do Documento de Identidade e CPF do representante legal da empresa.

3.2  No caso de evento coletivo, deverá ser indicado um titular para a assinatura do Termo de Compromisso, caso seja contemplado na seleção.

SEÇÃO IV – DA SELEÇÃO E APROVAÇÃO

4.1   As propostas serão selecionadas por comissão da Coordenadoria de Memória e Cultura do STJ e submetidas para posterior deliberação pelo Diretor-Geral do Superior Tribunal de Justiça.

4.2     A aprovação da proposta não implicará na garantia de inclusão na pauta, que só se efetivará com a assinatura do Termo de Compromisso de uso do Espaço Cultural STJ.

4.3 Os selecionados ficam impedidos de modificar o projeto apresentado, salvo expressa autorização da Coordenadoria de Memória e Cultura do Superior Tribunal de Justiça.

4.4  Os selecionados serão comunicados e chamados para a assinatura do Termo de Compromisso de uso do Espaço Cultural STJ, a ser assinado pelo artista, representante legal ou produtor.

SEÇÃO V – DOS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

5.1 A Coordenadoria de Memória e Cultura do STJ observará os critérios a serguir enumerados:

a)     Adequação do projeto ao espaço físico;

b)  Qualificação do projeto: originalidade, qualidade técnica e contemporaneidade da proposta;

c)    Grau de expectativa de interesse do público: projeto inédito, atratividade do tema;

d)    Perspectiva de contribuição ao enriquecimento sociocultural da comunidade;

e)    Adequação à imagem institucional do Superior Tribunal de Justiça.

SEÇÃO VI – DA COMERCIALIZAÇÃO DAS OBRAS

6.1 Fica a critério do proponente a comercialização ou não das obras, não sendo autorizada, porém, a colocação dos preços nas respectivas etiquetas. Os preços das obras poderão constar em listagem específica, disponibilizada na sala de exposição ou na recepção dos espaços.
                                                                                                                            
6.2  A negociação deverá ser feita diretamente entre o proponente e o comprador, fora das dependências da Corte, isentando-se o Superior Tribunal de Justiça de qualquer responsabilidade ou participação na transação.

6.3 As obras vendidas somente poderão ser retiradas do Espaço Cultural STJ ao término da exposição.

6.4 A entrega das obras aos compradores será de inteira responsabilidade do proponente.

SEÇÃO VII – DA DIVULGAÇÃO

7.1  O Superior Tribunal de Justiça, a seu critério, oferecerá serviços de divulgação junto à imprensa local e ao seu público interno.

7.2  O material necessário à divulgação, tais como textos, fotos e VTs, será custeado pelo Proponente e deverá ser entregue até sessenta dias antes da abertura da exposição.

7.3  O Superior Tribunal de Justiça produzirá material de divulgação (convite, cartaz, banner e filipeta) dentro dos padrões, quantitativos e prazos pré-estabelecidos pela Administração, disponibilizando esses impressos ao(s) proponente(s).

7.4 É responsabilidade do(s) Proponente(s) a fixação de cartazes fora das dependências do Superior Tribunal de Justiça, como também quaisquer taxas de afixação ou multas por colocação em locais proibidos.

7.5 Toda e qualquer divulgação deverá ser autorizada e acompanhada pela Coordenadoria de Memória e Cultura do Superior Tribunal de Justiça.

SEÇÃO VIII – DA CONTRAPARTIDA

8.1  Os autores selecionados para lançamento de livros doarão dois exemplares da obra ao Espaço Cultural STJ.

8.2 Os artistas selecionados doarão à pinacoteca do Superior Tribunal de Justiça uma obra de arte.

SEÇÃO IX - DISPOSIÇÕES  GERAIS

9.1  O Superior Tribunal de Justiça compromete-se com a cessão gratuita dos espaços e a divulgação do evento, conforme descrito na Seção VII.

9.2 Caberá ao proponente a montagem e desmontagem da exposição, sendo supervisionada por um servidor indicado pela Coordenadoria de Memória e Cultura do Superior Tribunal de Justiça.

9.3   O artista deverá entregar material fotográfico, currículo e texto de apresentação da exposição em meio digital (cd-rom ou e-mail) no prazo estipulado de quarenta e cinco dias antes da abertura da exposição. As imagens devem ser enviadas em arquivos de alta resolução e incluir os créditos devidos.

9.4  O artista deverá providenciar e arcar com os custos de embalagem, seguro e transporte das obras. O Espaço Cultural STJ não se responsabilizará por eventuais danos causados às obras ou a terceiros, sendo a responsabilidade exclusiva do proponente.                                                                                                      

9.5 O artista deverá providenciar os materiais e equipamentos específicos para montagem não disponíveis no Espaço Cultural STJ.

9.6  O artista deverá conceder ao Espaço Cultural STJ o direito de uso de imagem das obras para fins de divulgação.

9.7  Caberá ao Superior Tribunal de Justiça a entrega e manutenção dos espaços em condições de funcionamento, sem, no entanto, se responsabilizar por eventuais furtos ou danos verificados nas obras durante o período de permanência da exposição.

9.8  O Superior Tribunal de Justiça não se responsabilizará por qualquer pagamento devido pelo proponente em virtude da exposição realizada.

9.9  O Superior Tribunal de Justiça disponibilizará aos interessados plantas baixas com as respectivas medidas dos espaços a serem utilizados.

9.10  Caso ocorram danos aos equipamentos ou às instalações do Espaço Cultural STJ, ocasionados pelo proponente ou por sua equipe durante os períodos de montagem e desmontagem da exposição, o ônus de reposição e ressarcimento será de responsabilidade do proponente. O Superior Tribunal de Justiça reserva-se o direito de, a seu exclusivo critério, optar pela execução direta dos reparos e, na sequência, comunicar formalmente o proponente para efetuar o ressarcimento aos cofres públicos.

9.11 Outras informações e disposições correlatas poderão ser obtidas na Coordenadoria de Memória e Cultura do Superior Tribunal de Justiça, pelos telefones 3319-8460, 3319-8583 ou pelo endereço eletrônico 

espaco.cultural@stj.jus.br.






Diretor-Geral
Superior Tribunal de Justiça